Toyota é eleita a montadora mais ecológica do mundo

Toyota obteve o melhor desempenho ambiental entre as principais fabricantes de automóveis do planeta.

Toyota Motor foi eleita a marca de automóvel mais ecológica do mundo no “Newsweek Green Ranking 2017”, um ranking anual produzido pela revista americana Newsweek, que também avalia as melhores empresas do mundo e as classifica no ranking “Best in Industry global”, no qual a montadora japonesa figura no Top 5.

Nesta edição do “Green Ranking”, divulgada ontem (21), a Toyota assegurou o 16º lugar entre as 500 empresas avaliadas a nível mundial na categoria geral de empresas ecológicas, destacando-se em primeiro lugar entre as principais fabricantes de automóvel do planeta.

Segundo avaliou a revista americana, este prêmio reconhece o percurso da Toyota na busca de uma mobilidade sustentável e pela preocupação ecológica na implementação da tecnologia híbrida, células de combustível e elétrica em seus veículos.

A pontuação recebida este ano é uma melhoria relativamente aos rankings de anos anteriores e reflete o empenho e compromisso continuo da Toyota com iniciativas sustentáveis, o que coloca a marca japonesa em um lugar de grande destaque.

O presidente e CEO da Toyota Motor Europa, Johan van Zyl, afirmou que o meio ambiente sempre esteve no centro de todas as ações realizadas pela Toyota desde o inicio.

“O lançamento do desafio ambiental 2050 (Environmental Challenge 2050), em 2015, reforçou as áreas nas quais estamos reduzindo significativamente o nosso impacto no meio ambiente durante o ciclo de vida dos nossos produtos”, disse ele, acrescentando que “o reconhecimento da Newsweek demonstra o sucesso e importância da estratégia de sustentabilidade adotada pela Toyota”.

O ranking anual da Newsweek (“Newsweek Green Rankings”) avalia as maiores empresas do mundo através de oito métricas que permitem medir o desempenho ambiental.

A Newsweek, em colaboração com a Corporate Knights e a HIP Investor, avalia empresas em cada indústria, em cada métrica, incluindo o consumo de energia, o consumo de água e níveis de resíduos.

Confira a lista completa com as 500 empresas avaliadas pelo Newsweek Green Ranking 2017/18.

Do Mundo-Nipo
Fonte: Auto+pt.

Japão tem o passaporte mais poderoso do mundo – veja ranking 2018

Junto com o de Singapura, o passaporte japonês dá acesso a 180 destinos sem necessidade do visto.

Japão divide o primeiro lugar com Singapura no levantamento Passport Index 2018 da consultora Henley & Partners, que produz anualmente uma lista com os passaportes mais “poderosos” do planeta, ou seja, aqueles que mais permitem viajar pelo mundo sem a necessidade de visto.

O levantamento deste ano investigou 105 países e territórios. O ranking leva em conta a quantidade de países que não exige visto para os cidadãos de determinado lugar ou que permitem ao viajante conseguir permissão de entrada no momento em que desembarcar em algum território.

Disponibilizado no dia 2 de março, o levantamento da Henley & Partners explica que o ranking é baseado em dados exclusivos da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, na sigla em inglês), que mantém o maior e mais abrangente banco de dados com informações sobre viagens no mundo.

Na edição 2018 do Passport Index, o passaporte japonês compartilha a primeira colocação com o passaporte de Singapura – aceitos em 180 nações. É a primeira vez que os dois países asiáticos ocupam o topo do levantamento.

O Brasil aparece em 17º lugar, já que dá direito à entrada em 160 destinos sem necessidade de visto ou recebe a garantia assim que desembarca no país. Na América do Sul, apenas o Chile tem um passaporte mais poderoso, reconhecido em 161 países.

Henley & Partners, no entanto, destaca que os dados do relatório não devem ser usados como fontes únicas para o planejamento de uma viajem. Mediante a isso, é prudente checar previamente a obrigatoriedade de se obter um visto para viajar ao destino desejado.

Veja abaixo os 10 passaportes mais poderosos do planeta em 2018, segundo a Henley & Partners (classificados de acordo com o número de países que permite acesso sem visto):

1 Passaporte com acesso a 180 nações

Países: Japão e Singapura

2 Passaporte com acesso a 179 nações

Países: Alemanha

3 Passaporte com acesso a 178 nações

Países: Coreia do Sul, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Itália e Suécia

4 Passaporte com acesso a 177 nações

Países: Áustria, Holanda, Luxemburgo, Noruega, Portugal e Reino Unido

5 Passaporte com acesso a 176 nações

Países: Canadá, Estados Unidos, Irlanda e Suíça

6 Passaporte com acesso a 174 nações

Países: Austrália, Bélgica e Grécia

7 Passaporte com acesso a 173 nações

Países: Malta, Nova Zelândia, República Checa

8 Passaporte com acesso a 172 nações

Países: Islândia

9 Passaporte com acesso a 171 nações

Países: Hungria

10 Passaporte com acesso a 170 nações

Países: Letônia

Do Mundo-Nipo
Fonte: Henley Passport Index 2018.

Produção industrial do Japão confirma forte alta de 4% em maio

Os dados revisados reiteram que a produção japonesa vem se recuperando gradativamente.

Os números revisados da produção industrial do Japão em maio ficaram inalterados ante o avanço na leitura preliminar de 4,2% em relação ao mesmo mês de 2017, de acordo com dados revisados do governo do país, confirmando assim um forte crescimento setor no quinto mês do ano.

Na comparação mensal, o índice recuou 0,2% em termos sazonalmente ajustados. De acordo com o relatório revisado do Ministério da Economia, Comércio e Indústria (METI), a leitura preliminar havia mostrado dados idênticos.

O relatório revisado mostra ainda que os embarques das indústrias caíram 1,6% em maio ante abril e tiveram alta de 3,3% na comparação com maio de 2017. Os estoques avançaram 0,6% na comparação mensal e 2,5% na anual.

“A produção japonesa vem se recuperando gradativamente”, avalia o ministério no relatório.

A produção industrial, que mede o ritmo das fábricas japonesas, é considerada fundamental para antecipar o desempenho da economia do país, que é altamente dependente do setor manufatureiro.

Produção Industrial do Brasil
A produção industrial brasileira despencou 10,9% em maio em relação a abril, no recuo mais acentuado desde dezembro de 2008 (-11,2%), segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Contudo, a queda é menor que a previsão de retração de 13,9%, conforme mediana das estimativas coletadas pelo Termômetro CMA.

Já na comparação com maio do ano passado, a atividade do setor interrompeu 12 meses consecutivos de resultados positivos e recuou 6,6%. A queda também foi menor que a estimativa, de -11,0%, ainda conforme o Termômetro CMA. Até maio, a indústria nacional acumula altas de 2,0% no ano e de 3,0% nos últimos 12 meses.

Segundo o IBGE, o resultado de maio reflete os efeitos da paralisação dos caminhoneiros, que afetou o processo de produção de várias unidades no país. Com isso, o nível de atividade do setor retornou aos patamares próximos ao de dezembro de 2003, ficando 23,8% abaixo do ponto recorde alcançado em maio de 2011.

Do Mundo-Nipo
Fontes: Agência CMA || Nikkei Asian.

Ojigi: Por que os japoneses se curvam?

Há muitas razões pelas quais os japoneses se curvam, mas é predominantemente usado como uma expressão corporal para transmitir respeito, gratidão ou perdão. Como sabemos, no Japão, a interação entre as pessoas vai muito além da simples comunicação verbal.

E caso você more nesse país, aprender a se curvar é uma das melhores maneiras de mostrar que aprecia a cultura japonesa. Pode parecer uma reverência simples, mas é de grande valor para o povo nipônico, e além disso, independe de status social. É muito mais do que um hábito! Essa tradição faz parte das muitas características que definem a cultura japonesa.

Quando devemos nos curvar no Japão?

No Japão, o “Ojigi” é usado para as mais diversas situações:

1. Quando for dizer olá ou adeus a alguém
2. Assim que começar ou terminar uma aula, reunião ou cerimônia
3. Para demonstrar gratidão a alguém
4. Para pedir desculpas a alguém
5. Ao parabenizar alguém
6. Quando pedir um favor a alguém
7. Para adorar deuses xintoístas

Mais do que apenas se concentrar nessas ocasiões, porém, é importante lembrar que a reverência transmite diferentes emoções, como apreciação, respeito ou remorso. Mas isso só se aprende mesmo com a prática. Tenha em mente que a postura, o grau de curvatura e o tempo de duração definirão o quão profundo é o respeito que quer demonstrar.

Tipos de arcos

Existem diferentes tipos de arcos destinados a mostrar respeito em várias formas. Por exemplo, o grau do ângulo em que uma pessoa se curva está relacionado com a profundidade de respeito que a pessoa quer demostrar em relação à outra com quem está interagindo.

Um arco simples de cerca de 5 graus chamado mokurei (目礼) é comumente usado em encontros informais, como entre amigos e familiares. Esse cumprimento se caracteriza em curvar levemente a cabeça. Há outros tipos específicos de curvatura que estão diretamente ligados ao grau do arco: eshaku (会釈), keirei (敬礼) e saikeirei (最敬礼).

Essas saudações podem ser feitas em pé ou sentado. Se estiver em pé, curve-se em um ritmo natural. Os braços e mãos devem estar alinhadas com o arco no caso dos homens. Já as mulheres devem manter as mãos levemente para frente, apoiadas em suas coxas. Em ambos os casos, lembre-se de respirar com o diafragma para dar uma aparência mais centrada.

Eshaku é um arco de cerca de 15 graus que é usado em torno de conhecidos e é uma maneira geralmente educada de agradecer ou casualmente cumprimentar alguém.

Keirei é o próximo nível de arco que é de cerca de 30 graus. Esse arco é comumente usado em situações de negócios, como saudar possíveis parceiros de negócios ou clientes, ou mostrar respeito a alguém mais velho ou que seja de status superior ao seu.

Saikeirei é um arco de 45 graus. É o mais formal desses três arcos e possui um significado mais profundo. Este arco pode ser usado para mostrar respeito a alguém de status muito elevado, como o imperador, ou para demonstrar um forte sentimento de culpa.

Por último, o arco menos utilizado é conhecido como dogeza (土下座). Este arco é usado apenas em circunstâncias extremamente graves, como quando um erro cometido leva à morte de outra pessoa. A pessoa deve ficar de joelhos e colocar o rosto e as mãos no chão.

Possivelmente, você deve ter visto o “dogeza” em filmes de samurai ou yakuza. Nas cenas vemos uma pessoa, pressionando o rosto no chão. Dogeza seria um pedido de perdão por ter cometido algo realmente desonroso, geralmente acompanhado de frases como Makoto ni Moushiwake Gozaimasen deshita “Eu sinceramente peço perdão pelo que fiz”.

O “Dogeza” foi também usado para mostrar respeito ao Imperador em tempos antigos. Em templos e santuários xintoístas também há quem se curve na posição “dogeza” em respeito aos deuses. Em resumo, “dogeza” seria o nível mais alto da reverência “ojigi”, uma vez que para os nipônicos, quanto mais profundo o arco na reverência, maior o respeito demonstrado.

Em pé ou sentado?

O arco pode ser feito tanto em pé (seiritsu) como sentado (seiza). Seiza é a maneira que devemos nos sentar no Japão durante situações formais, tais como cerimônia do chá. Para ficar nessa posição, os homens devem se ajoelhar, com uma perna de cada vez, enquanto as mulheres devem colocar os dois joelhos no chão ao mesmo tempo, se possível.

Com a parte superior dos pés apoiada no chão e os dedos dos pés apontados para trás, apoie seu quadril sobre as panturrilhas ou sobre os calcanhares. Mantenha os braços ao lado do corpo e as palmas das mãos sobre as coxas. É necessário se manter nessa posição o mais reto possível. Ao contrário dos japoneses, muitos estrangeiros sentem dificuldades de se manter nessa posição por um longo tempo, mas através da prática constante é possível se acostumar.

A reverência quando é sentado (seiza) deve ser feito da mesma forma que em pé, exceto pelo fato de que as mãos devem se deslocar para frente dos joelhos durante a inclinação. Com os polegares unidos, as pontas dos dedos das mãos devem tocar levemente o chão.

Dicas Importantes!

Ao se curvar, é importante não curvar suas costas; A postura boa e reta mostra que você está colocando o seu melhor para a outra pessoa.

A cabeça deve estar alinhada com as costas durante a curvatura. Seu olhar deve estar voltado para baixo quando você se inclinar.

A reverência é realizada somente com a parte superior do tronco, o que significa que a parte inferior do corpo não deve se mover e deve permanecer perpendicular ao chão.

Mantenha suas pernas e quadris na mesma posição durante todo o arco. Para conseguir isso, imagine que você está de pé com as pernas encostadas contra uma parede.

Inspire enquanto se curva, expire durante a posição de arco e por último, inspire novamente quando voltar à posição inicial.

Os homens devem se curvar com as mãos e os braços ao lado do corpo, enquanto as mulheres se curvam com as mãos e os braços na frente.

No caso de não saber qual arco fazer diante de uma pessoa que não conheça, opte pelo arco de 30 ° (Keirei). Esse arco é um coringa que pode ser usado nessas situações.

É importante dizer que o aperto de mãos, um cumprimento tipicamente ocidental, não é uma prática comum no Japão. Para evitar uma gafe, opte sempre pelo arco, especialmente para cumprimentar pessoas mais velhas ou de status superior. Pode não parecer, mas para os nipônicos, gestos sutis como esse são até mais poderosos do que palavras.

Referências: gogonihon.comtofugu.com

10 Trabalhos Inusitados ​​que Existem no Japão!

empregos bizarros no Japão

No Japão, o termo alemão arbeit é chamado de arubaito (アルバイト), ou simplesmente baito. Essa expressão é usada para se referir a empregos de meio período. Existem muitas razões para as pessoas fazerem baito e ganhar um dinheirinho extra é uma delas.

Mas a verdade é que existem alguns serviços part-times muito incomuns no Japão e hoje nós vamos explorar alguns deles. Tenho certeza que você vai se impressionar com a nossa lista com trabalhos pra lá de inusitados encontrados na Terra do Sol Nascente.

1. Narabiya – Substituto de lugar na fila Profissional

Enquanto houver filas no mundo, os Narabiyas sempre terão serviço à rodo. Esses freelancers terão prazer em esperar em longas filas, contanto que você pague algum dinheiro por isso é claro. O valor pode variar, mas custa cerca de 15.000 ienes por até seis horas.

2. Summelier – Sommelier de Vinagre

Mitsuyasu Uchibori é considerado o principal especialista em vinagre do Japão e seu ofício é chamado de “summelier (um trocadilho com a palavra “su” que significa vinagre em japonês). A família de Uchibori produz vinagre nas montanhas da província de Gifu há mais de 130 anos e seu nariz e palato foram treinados para detectar e distinguir vários níveis e notas de acidez.

3. Baloon Watcher – Observador de balões

Entre alguns dos trabalhos mais estranhos de meio período está o “Baloon Watcher”. Certa vez, no site da “Hello Work”, agência de empregos do governo japonês, havia uma empresa que estava recrutando pessoas para serem “Vigilantes de Anúncios em Balão”, um tipo de publicidade usada por grandes empresas e lojas de departamento.

De acordo com o anúncio, o valor pago era de 5.300 a 7.300 ienes por dia, dependendo do número de horas de trabalho. Nada mal, levando em consideração que o serviço envolve basicamente ficar de olho nos balões para garantir que eles permaneçam adequadamente inflados e que não se desviem. E aí, toparia ser um “Baloon Watcher” nas horas vagas?

4. Oshiya – Empurrador Profissional

O Japão é de fato uma nação trabalhadora e se sente na obrigação de garantir que todas as pessoas cheguem a tempo em seus trabalhos. Por este motivo, as empresas ferroviárias contratam pessoas para empurrar passageiros dentro dos trens, um ofício chamado Oshiya.

Como sabemos, várias linhas ferroviárias ficam incrivelmente congestionadas, especialmente na hora do rush, como pela manhã ou no fim da tarde. A função dos oshiya é colocar o máximo possível de pessoas no interior dos trens e metrôs antes de suas partidas.

5. Ikemeso Danshi – Homem bonito que chora

“Ikemeso Danshi” é a abreviação de “Ikemen de mesomeso naku dansei”, que podemos traduzir como “homens de boa aparência que choram”. Você deve estar se perguntando, que tipo de emprego é este? Bom, os “Ikemeso Danshi” são contratados para enxugar as lágrimas de suas clientes, aconselhando-as e ajudando-as a lidar com suas emoções

O serviço foi idealizado pelo fundador da rui-katsu, Hiroki Terai, que fez do “alívio das tensões”, um negócio bastante lucrativo. Os contratados podem ganhar cerca de 8.000 ienes por hora, mas o trabalho provavelmente é bem instável, financeiramente e emocionalmente.

6. Namorado (a) de aluguel

A empresa Rentaru Kareshi permite que senhoras aluguem namorados. Beijar e sexo estão fora de questão, mas você pode segurar a mão e abraçar seu “namorado de aluguel”. A própria empresa declarou : “40% dos clientes são donas de casa e 50% solicitaram o serviço mais de uma vez. Esse serviço também é oferecido ao público masculino por algumas empresas.

“Moe Date” é um serviço de “aluguel de namoradas”, no qual muitos homens tem tido a oportunidade de vivenciar um namoro, mesmo que por um dia. Como deu pra perceber, muitas pessoas no Japão tem dificuldades de iniciar um relacionamento amoroso com o sexo oposto.

7. Especialista em mau cheiro

Conhecido oficialmente como “Operadores de Medição Olfativa”, este trabalho requer realmente uma certificação nacional. O Japão é um dos poucos países a ter uma lei aplicável a odores no ambiente, conhecida como “Lei de Controle de Odores Ofensivos”.

Os operadores de odores são obrigados a encontrar a fonte de maus odores e garantir que os limites de odores sejam mantidos para salvaguardar a população em geral. Atualmente, existem mais de 2.000 operadores de medição olfativa no Japão. Acredita-se que esses operadores ganhem anualmente em torno de 2,5 milhões de ienes a 5 milhões de ienes.

8. ‘Sakura’ – Convidados de casamento

Este é um trabalho a tempo parcial no Japão, onde as pessoas podem se candidatar para serem “convidados de casamento”. Além de receberem dinheiro pelo serviço, os convidados podem comer as guloseimas do casamento de graça, como qualquer outro convidado. Os requisitos principais para esse serviço é ter boas maneiras e noções de hospitalidade.

A Dairi é uma dessas empresas que contratam “convidados de casamento”, que são chamadas como “sakura” (サクラ). Os candidatos precisam simplesmente comparecer a uma cerimônia de casamento para fazer parecer que há muitos convidados. O pagamento varia entre ¥5.000 a ¥10.000. Além de casamentos, essas pessoas podem ser chamadas para outros eventos!

9. Treinadores de ninjas a tempo parcial

Para fins de entretenimento e de manter a tradição ninjutsu, grupos de turismo tem contratado pessoas para se tornarem “ninjas”. E o legal é que para trabalhar nisso os candidatos não precisam saber acrobacias nem ter nascido no Japão, basta se comunicar no idioma.

Uma dessas empresas que contratam “ninjas” é o “Hattori Hanzo and the Ninjas”, uma associação que leva apresentações de “ninjas” para aeroportos, castelos e outros lugares públicos. O salário mensal entre 180 mil e 220 mil ienes, além de benefícios.

10. Observadores de locais para Jidouhanbaiki

Com mais de 5,5 milhões de Jidouhanbaiki (máquinas de venda automática), você pode imaginar que a restrição de espaço é um grande problema. Não é fácil encontrar um ponto legal para implantar uma dessas maravilhas modernas e as empresas estão dispostas a pagar um bom dinheiro para obter uma boa seleção de pontos de colocação.

(BÔNUS) Cuidador Sexual para deficientes

Este é de longe o serviço mais estranho e digamos, polêmico desta lista. A “White Hands” é uma empresa especializada em ajudar deficientes com limitações físicas a “ejacular” através de uma espécie de massagem na área genital. No vídeo abaixo (configure as legendas em português), você pode entender melhor como funciona esse tipo de serviço.

Fonte: Japão em Foco

Universal Studio Japan é eleito parque temático mais popular do Japão em 2018

Tóquio – O site de viagens “tripadvisor” publicou os resultados de uma pesquisa com os parques de diversão mais populares do Japão em 2018.

Embora a Tokyo Disneyland e a Tokyo Disneysea sejam muito conhecidas internacionalmente, o primeiro lugar ficou com o também popular parque da Universal Studio Japan, localizado em Osaka. Esse foi o segundo ano consecutivo que o local conquistou o topo mais alto da lista.

Os já citados Tokyo Disneyland e Tokyo Disneysea ficaram em 3° e 2° lugares, respectivamente. Vale lembrar que a Tokyo Disneysea comemora em 2018 os seus 35 anos de inauguração, então o parque está lotado de novidades e atrações.

Os outros parques da lista incluem não somente parques temáticos, mas parques aquáticos como o Nagashima Spaland de Mie, o parque de carros da Toyota Megaweb e até mesmo atrações turísticas como o parque e instalações da Ama no Hashidate de Kyoto.

Confira o top 10 logo abaixo:

10. Edo Wonderland (Tochigi/Nikko)

9. Ama no Hashidate (Kyoto/Miyazu)

8. Megaweb (Tóquio)

7. Tokyo One Piece Tower (Tóquio)

6. Fuji-Q Highland (Yamanashi/Fujiyoshida)

5. Nagashima Spaland (Mie/Kuwana)

4. Adventure World (Wakayama/Shirahama)

3. Tokyo Disneyland (Chiba/Urayasu)

2. Tokyo Disneysea (Chiba/Urayasu)

1. Universal Studio Japan (Osaka)

Fonte: NariNari

Dez Diferenças Culturais entre o Brasil e o Japão

Existem muitas diferenças culturais entre o Brasil e o Japão. São tantas as diferenças que poderíamos passar o dia todo escrevendo sobre isso. Essa distinção em tantas esferas faz com que muitas pessoas tenham curiosidade em relação à Terra do Sol Nascente.

Vamos conferir abaixo algumas diferenças mais impactantes em relação a esses dois países tão etnograficamente diferentes. Tenho certeza que vai se surpreender com muitos deles e sentirá vontade de conhecer esse país tão especial que é o Japão! 🙂

1. O idioma

Um dos aspectos que mais chamam a atenção no Japão é o idioma. A língua oficial japonesa é o “Nihongô” e existem três tipos de escrita: Hiragana, Katakana e Kanji. Existem muitas diferenças entre o português e o japonês, a começar por suas estruturas gramaticais, o que faz com que muitas pessoas sintam dificuldades de aprender o nihongo.

Mas com muito estudo e dedicação é possível aprender a língua japonesa e suas singularidades. Pode parecer complicado no início, mas com o passar do tempo, conseguimos assimilar esse idioma tão fascinante. Experimente! Você não vai se arrepender!

2. Andar com sapatos dentro de casa


No Japão, não é costume as pessoas entrarem em casa com os calçados. Estes são deixados na entrada das casas, em um local chamado “genkan”. Na verdade, dentro das residências, assim como em outros locais como empresas, colégios e hospitais, as pessoas costumam usar “suripa”, uma espécie de chinelo especial utilizado somente nessas situações.

Segundo os japoneses, tirar os sapatos antes de entrar dentro de casa auxilia não só na limpeza, como também na “higiene física” e “espiritual” do ambiente. Já no Brasil, não é comum encontrarmos pessoas que adotam esse hábito, salvo exceções, é claro.

3. Cumprimentos japoneses x brasileiro

No Brasil, temos o costume de cumprimentar as pessoas com aperto de mão ou beijinhos no rosto. Já no Japão, a forma mais usual de cumprimento é curvando-se. Essa prática é chamada de ojigi (お辞儀). Aliás, esse hábito se estende para diversas esferas além de uma simples saudação, incluindo pedidos de desculpas e agradecimentos.

Esse costume está tão enraizado na cultura japonesa que é comum vermos os nativos curvando-se inclusive quando não estão cara a cara com o ouvinte, como ocorre quando estão conversando no telefone por exemplo. Interessante não é mesmo? 🙂

4. Talheres ocidentais x Hashi

Enquanto que no Brasil, usa-se talheres ocidentais, usados em boa parte do mundo, no Japão usa-se um par de hashis, algo comum em diversos outros países asiáticos como China, Coréia e Taiwan. Os alimentos, com exceção do macarrão, são cortados em tamanhos que podem ser facilmente segurados, dispensando o uso da faca e do garfo.

Existe uma série de etiquetas envolvendo o uso do hashi. Alguns deles são: Não deve-se cruzar um hashi sobre o outro e nem perfurar alimentos com ele. A comida também não deve ser passada de um hashi para outro, pois isso remete a uma prática que ocorre em funerais.

5. Xintoísmo/Budismo x Cristianismo

As principais religiões do Japão são o Xintoísmo e o Budismo. Para a maioria dos japoneses, essas duas religiões se complementam e por isso costumam seguir as duas simultaneamente através de ritos e cerimônias.

O Cristianismo chegou ao país apenas em 1549 através dos portugueses, no entanto, é seguida apenas por 1% da população, ao contrário do Brasil, onde a maioria da população se declara como cristão, uma vez que nosso país recebeu forte influência dos portugueses e outras nações europeias.

6. Trajes ocidentais x quimonos

No Brasil costuma-se usar roupas ocidentais no dia a dia, enquanto que no Japão ainda vemos com certa frequência, pessoas vestidas com trajes típicos do país, Esses trajes típicos são comumente chamados de quimono.

No entanto, existem diferenças entre eles. No verão, por exemplo, usa-se o “Yukata” em festividades, por ser confeccionado com um tecido mais leve. Já no inverno, os japoneses costumam usar o “Gofuku”, geralmente de seda e com bordados, especialmente em casamentos e cerimônias mais formais.

7. Culinária Japonesa x brasileira

culinária japonesa baseia-se em alimentos bem diferentes a que estamos acostumados no Brasil. Se no prato de um brasileiro não pode faltar a famosa dobradinha arroz e feijão, na mesa dos japoneses não falta peixes, frutos do mar, algas marinhas como wakame e nori, derivados da soja como tofu e shoyu, além de caules subterrâneos como bardana, gengibre e wasabi.

chá verde também é muito presente no dia a dia dos japoneses, além de ser um ingrediente muito usado na confecção de doces. Já o arroz, é conhecido por sua qualidade e é considerado a base da alimentação nipônica, sendo consumido até mesmo no café da manhã, junto com outros acompanhamentos, tais como misoshiru, natto, tsukemono e peixe grelhado.

8. Mochila escolar Japonesa x brasileira

No Japão, a mochila escolar que as crianças usam durante todo o ensino fundamental é padronizada, ao contrário do Brasil, onde normalmente os pais ou as crianças tem a liberdade de escolher o tipo de mochila que mais lhes agrada e troca-la a cada ano se quiser.

Essa mochila padrão japonesa é chamada de Randoseru (ランドセル) e a sua principal característica é a resistência. São projetadas para aguentar o impacto dos anos e é comum encontra-las intactas mesmo após o desgaste decorrente do uso e da exposição climática como sol, calor, chuva, vento, frio, etc….

9. Volante japonês x brasileiro

Outra coisa que chama atenção no Japão é o volante da direção dos carros ser do lado direito e transitarem pelo lado esquerdo das ruas, assim como na Inglaterra. Isso pode causar um pouco de confusão aos motoristas novatos estrangeiros residentes no país. Mas por que existe essa prática no Japão, uma vez que o Japão nunca foi uma colônia britânica?

Segundo dizem, a razão para isso remete ao período feudal, onde os samurais penduravam suas espadas no lado esquerdo da cintura e caminhavam à esquerda das vias, de modo que a direita ficava livre, a fim de evitar que as armas de dois transeuntes se colidissem, por acidente. Essa prática acabou estendendo-se ao tráfego de carros e posição do volante.

10. Funeral japonês x brasileiro

Por questões de logísticas e religiosas, a cremação é uma prática realizada e aceita por 98% dos japoneses, uma prática com influência budista, que foi trazida da China, a partir de 552 D.C. Em 1867, foi promulgada uma lei que tornava a cremação obrigatória para as pessoas que morressem de doenças contagiosas com o objetivo de controlar eventuais epidemias.

Isso contribuiu para que a cremação fosse difundida e aceita por todas as religiões no Japão, sem contar a falta de espaços para sepultamento devido ao pouco espaço territorial, que também foi levado em conta. Existe muitos rituais durante a cremação.

Por exemplo, os ossos são passados entre os enlutados com uma espécie de hashi usado somente para essa finalidade. Outro ritual é o Nokanshi, um ritual de preparação do corpo, mostrado no filme “A Partida”. Além disso, ainda existe o Tomobiki, uma superstição de origem chinesa relacionada aos dias desfavoráveis à realização de um funeral.

Fonte: Japão em Foco

Veja como funciona o sistema escolar no Japão

GUIA JAPÃO (IPC Digital) – O sistema escolar japonês constitui-se, basicamente, de seis anos de shoogakkoo e três  de chuugakkoo (equivalentes ao Ensino Fundamental no Brasil), três anos de kookoo (Ensino Médio) e quatro anos de curso superior.

Todos os japoneses devem concluir os nove anos de estudo –  primário (de 6 a 12 anos) e ginasial (de 12 a 15 anos). Nessa fase não há sistema de reprovação, a criança passa de uma série para outra automaticamente. Para ingressar em escolas de ensino médio e superior, os alunos devem prestar uma espécie de vestibular.

Existem cursos pré-escolares (jardim de infância ou maternal), profissionalizantes e escolas especiais destinadas a deficientes. Há as escolas públicas (divididas em nacionais, provinciais e municipais), as particulares – a maioria das escolas de ensino fundamental e médio é pública – e as internacionais.

O ano letivo inicia em abril e termina em março do ano seguinte. As férias prolongadas são de verão, de inverno e da primavera.

Na estatística do governo japonês, separada por nacionalidade, as crianças brasileiras ainda aparecem como a maior população dentro das escolas japonesas (do shoogakko até o kookoo), seguidas das chinesas. Por isso, nas escolas onde há um número considerável de alunos brasileiros há sempre um intérprete ou auxiliar para ajudar as crianças a compreenderem o idioma e realizar reforço.

Creche

hoikuen

No Japão, há creches (hoikuen) públicas e particulares. Para matricular o filho em uma creche pública (kooritsu hoikuen), é necessário provar que tanto a mãe como o pai trabalham, ou que haja problema que impeça os pais de cuidarem do filho em casa, como doença, por exemplo.

A mensalidade das creches públicas varia de acordo com a renda familiar. Se for alta, o preço pode ser igual ao de uma creche privada (pode variar de ¥15 mil a ¥50 mil). Por outro lado, há a possibilidade de isenção de pagamento, caso os pais tenham muitos filhos e a renda for insuficiente para mantê-los.

A matrícula, que deve ser feita na prefeitura, ocorre em dezembro e janeiro, mas, se houver vagas, há creches que aceitam crianças fora de época. Exige-se que os pais apresentem comprovante de trabalho, de renda e de pagamento de imposto. As creches públicas têm horários fixos e não aceitam cuidar de crianças fora do horário determinado.

Há creches particulares (minkan hoikuen) autorizadas pelo governo e as não autorizadas. As primeiras recebem subsídios, mas cobram mensalidade, e o procedimento para matrícula é semelhante ao das creches públicas. Para as não autorizadas, não há requisitos ou período de matrícula. As mensalidades variam de ¥50 mil a ¥80 mil.

A maioria das creches privadas aceita cuidar de crianças em horários prolongados (algumas funcionam 24 horas), mediante pagamento de taxa extra.

A idade de admissão varia de acordo com a creche, mas muitas aceitam bebês a partir de dois meses de idade. Já as creches públicas nem sempre aceitam recém-nascidos. Existem creches em tempo parcial, para pais que trabalham meio período, ou em regime temporário (alguns dias por semana).

Jardim de infância

yotien

Os jardins de infância (yoochien), que também são divididos em públicos e particulares, aceitam crianças entre 3 e 5 anos de idade. A matrícula para as instituições públicas deve ser feita na Secretaria da Educação (kyooiku iinkai) do município, geralmente em outubro.

As mensalidades variam de acordo com a cidade, podendo ir de ¥10 mil a ¥40 mil. As particulares têm suas próprias datas de matrícula e cobram mensalidades mais altas.

Shoogakkoo e Chuugakkoo

Para o ingresso no shoogakkoo (crianças com 6 anos completos), a Secretaria da Educação (kyooiku iinkai) da prefeitura envia comunicado quando a criança estiver para completar idade escolar. Os estrangeiros não são obrigados a enviar os filhos à escola, mas deverão ser atendidos mediante solicitação.

A criança que já frequentava o Ensino Fundamental no Brasil e quiser ingressar em escola japonesa, deve efetuar os trâmites para admissão na Secretaria da Educação da cidade.

Será entregue o comunicado de matrícula, e o estudante e seu responsável devem se dirigir à escola determinada pela prefeitura. As crianças que completarem o shoogakkoopodem ingressar automaticamente no chuugakkoo. A escola é determinada conforme o local em que a família reside. Sempre que a falta às aulas for inevitável, os pais devem justificar a ausência da criança entregando o aviso ao líder do grupo escolar (tsugakuhan) ou telefonando para a escola. Mesmo procedimento deve ser adotado em caso de atraso.

Fonte: IPC Digital

McDonald’s Japan recebe advertência por vender sanduíche com carne diferente da anunciada

Tóquio – A Agência do Consumidor do Japão emitiu uma advertência ao McDonald’s Japan por informações incorretas referente ao sanduíche Roast Beef lançado em agosto do ano passado.

No anúncio dos lanches “Tokyo Roast Beef Burger” e “Tokyo Roast Beef Muffin” a rede de fast-food informava que os dois produtos eram feitos com rosbife e a foto produzida para o anúncio também exibia a carne. Entretanto o lanche era feito com carne processada.

A Agência do Consumidor investigou o caso e concluiu que o McDonald’s infringiu a lei referente à exibição de produtos em anúncios publicitários, alertando a rede para que tome medidas para evitar novos casos, sob o risco de receber punição mais severa.

Os dois sanduíches foram lançados em agosto de 2017 e comercializados durante um mês nas lojas de toda a rede. O anúncio no país inteiro anunciava a carne de rosbife no lugar da processada.

O lanche conseguiu acumular boas vendas, terminando o período de um mês com mais de 4,9 milhões de unidades comercializadas.

Fonte: ANN NEWS, NEWS 24, NHK WEB NEWS

Popular aplicativo UBER fará testes na região de Kansai

Awaji – Os preparativos de mais um teste no Japão com o aplicativo UBER foram negociados na região de Awaji em Hyogo.

Embora o serviço seja popular em 65 países do mundo, incluindo o Brasil, o serviço ainda não deslanchou no Japão. O principal motivo dos insucessos da empresa no país se dão por conta da legislação, que não permite o uso de um veículo particular para fins comerciais, anulando muitas das possibilidades de uso do aplicativo. Um segundo motivo e, bastante comum em outros países, dá-se por conta da forte oposição dos taxistas japoneses.

Entretanto o problema parece ter sido contornado a menos na ilha de Awaji (Hyogo). A região não possui um sistema de transporte tão desenvolvido quanto em outras regiões, o que faz a população depender do carro como meio de transporte. A dependência do transporte rodoviário gerou um acordo entre as empresas de táxi e o governo local, com o fornecimento de veículos próprios e dentro da legislação para a realização dos testes.

Os preparativos para os testes estão avançando e eles devem ser colocados em prática a partir de março do ano que vem. Cerca de 9 empresas oferecerão 40 táxis para a realização dos experimentos. Caso os testes ocorram sem problemas há grandes possibilidades de região de Awaji ser a primeira do Japão a receber o serviço, mas os empresários envolvidos ressaltam que será preciso tornar a legislação mais flexível.

Fonte: IPC Digital, ANN NEWS